Quando
sonhamos com o amor, não sonhamos com tristezas, ainda menos com dor. Sonhamos
com beijos, noites de Lua Cheia e momentos a dois. Sonhamos com felicidade eterna
e sem defeitos.
Não se
esconde de ninguém olhares amorosos. O amor transparece em nós como se estivesse
escrito em grandes letras e em todas as línguas. Daí nossa fragilidade diante de um
sentimento tão grande.
A outra
pessoa fica dona do nosso sorriso, ela controla nossa tristeza. Não
conscientemente. Somos nós que, segundo palavras ou gestos, reagimos assim. E o
amor dói em nós profundamente.
Mesmo no
auge da felicidade, ele ainda dói. Dói de saudade, de medo de
perder.
Deveria
não ser assim. Deveria ser felicidade sem fim, sem altos e baixos. Sem lágrimas
derramadas. Mas... teria o mesmo gosto? Seria o amor tão maravilhoso se não
houvesse essa possibilidade de perda que faz com que nos agarrarmos a ele com
mais intensidade ainda?
Amar dói e
é perfeito que seja assim. As rosas têm espinhos e é exatamente esse contraste
que fascina tanto.
E eu posso
ainda espetar o dedo e até sangrar. Mas jamais deixarei de amar uma
rosa!
Posso
ainda chorar ou sorrir, querer morrer ou querer viver, mas esse caminho não
quero evitar.
Não
evitarei minhas dores, porque um minuto de felicidade a dois cobre (e com
juros!!!) todas as dores do mundo!..."
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